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Visitar a Madeira em 5 dias: das levadas à poncha

Vistas amplas sobre as paisagens verdes da Ponta de São Lourenço, com o mar ao fundo num roteiro de 5 dias pela Ilha da Madeira

A Madeira é um território de extremos: subidas e descidas íngremes, vento cortante e sol aberto, tons de verde e negro vulcânico emoldurados no azul marinho ao fundo. Aqui a geologia impõe o ritmo a quem está de visita e de suave esta ilha não tem nada. A montanha cai a pique sobre o Atlântico e o relevo é tão acidentado que cada estrada ou trilho parece um desafio às leis da física. Quem quer explorar a Ilha da Madeira tem de garantir pernas para subir e fôlego para as vistas. Estás preparado?

Neste roteiro de 5 dias, partilho a minha experiência de percorrer a Madeira, das escarpas basálticas da costa norte aos picos que furam as nuvens no centro do maciço. Entre a humidade da floresta Laurissilva e o conforto de um bolo do caco ao final do dia, este é um guia prático para quem procura explorar a Madeira ao máximo em pouco tempo, em busca de natureza, gastronomia e povoados autênticos.

Como chegar à Madeira e dicas de voos

Aterrar na Madeira será o primeiro grande desafio da viagem. O curto Aeroporto Internacional Cristiano Ronaldo, famoso pela sua pista apoiada em pilares sobre o oceano, é a porta de entrada para esta ilha.

Para quem voa de Portugal Continental, existem ligações diretas e frequentes a partir de Lisboa e do Porto (cerca de 1h30 de voo), operadas tanto pela TAP como pelas companhias aéreas low cost EasyJet e Ryanair. Se vieres de outros pontos da Europa, a ilha tem também excelentes ligações a cidades como Londres, Berlim ou Paris.

Vista desde o avião sobre o céu e o mar azuis, com algumas nuvens brancas

Alugar carro: a melhor forma de te deslocares na ilha

Aqui não há dúvida: a melhor forma de te deslocares na Ilha da Madeira é mesmo de carro. A utilização de transportes públicos pode limitar a tua experiência e não te permitir desfrutar ao máximo dos teus dias neste arquipélago. 

Já sabes que defendo sempre a liberdade de movimentos, por isso, mal ponhas os pés em terra firme, a minha recomendação é que tenhas já um carro reservado numa rent-a-car que possas encontrar logo no aeroporto. Esta será a única forma de explorares as levadas e os miradouros mais remotos ao teu ritmo. Prepara-te apenas para alguns desafios de condução nas subidas íngremes que fazem parte do ADN deste maciço vulcânico. 

E prepara-te também para os desafios de estacionamento. Na maioria das cidades e povoados terás de pagar parques de estacionamento e parquímetros. À entrada dos trilhos, só se fores cedo consegues lugar perto e num sítio próprio para estacionar. Senão já só conseguirás lugar à berma das estradas e em caminhos de terra. Boa sorte!

Ana a conduzir carro Citroen
Pessoa nomeio de estrada asfaltada longa na Ilha da Madeira

Como definir um roteiro pela Madeira?

A Madeira tem muito para explorar e, na verdade, 5 dias não é muito tempo para tudo o que a ilha tem para mostrar a quem a visita. Após várias pesquisas e leituras, listei aquilo que gostaria de visitar e marquei tudo num mapa que rapidamente ficou com um aspeto demasiado preenchido. Missão impossível para 5 dias!

Mapa da madeira com muitos pontos coloridos marcados

Muitas pessoas ficam alojadas no Funchal todas as noites da viagem e fazem da capital do arquipélago a base para sair a explorar. Quanto a mim, não me cativou montar base na cidade, pelo que procurei alternativas.

Decidi então dividir metade do tempo disponível para cada lado da ilha e defini quais os locais prioritários a visitar para mim, entre miradouros, levadas, trilhos, aldeias e restaurantes. Fiquei alojada as primeiras duas noites na zona de Ponta do Sol, que me permitiram explorar a costa Sul e Oeste, e as últimas duas noites perto do Machico para conhecer melhor a zona Norte e Este. Dentro do curto tempo disponível, parece-me que foi a melhor escolha!

De fora ficou a incursão à ilha vizinha de Porto Santo, que ficará para uma próxima.

Onde ficar na Madeira: duas bases para explorar

Mesmo não tendo ido em época alta, achei a oferta de alojamentos na Madeira relativamente cara para as condições que oferece. Cada noite ficou a cerca de 70€ para duas pessoas, sem pequeno-almoço. 

O primeiro alojamento foi a aconchegante Casa Pereira, perto da Ponta do Sol. Vendeu-me a ideia da piscina com vista ampla sobre o verde da ilha que, em dias mais quentes, teria sido muito bem aproveitada.

O segundo alojamento, na zona Este, foi o Apartamento Gois, uma espécie de estúdio situado num antigo empreendimento turístico, cujo edifício tinha um aspeto a tender para o abandonado. Embora tenha servido o básico, achei-o muito impessoal. 

Terraço da casa com piscina, mesa e cadeiras
Vista do apartamento sobre o mar e o sol na Ilha da Madeira

Qual a melhor época para visitar?

Se pesquisares pelo clima na Madeira, irás encontrar descrições como “tem temperaturas amenas constantes, tornando a ilha agradável o ano todo”. Terei de discordar desde já pois a verdade é que o clima é tudo menos previsível. Visitei a ilha entre o final de março e o início de abril, precisamente na esperança de encontrar dias longos e temperaturas amenas. No entanto, a realidade foi um lembrete de que na Madeira quem manda é a altitude. Mesmo nesta época, apanhei dias cinzentos com algumas abertas e bastante vento, o que prova que marcar viagem para a Primavera não é garantia de céu limpo o tempo todo.

Ainda assim, esta é uma boa altura para ver a exuberância da ilha, com flores em cada encosta e cascatas de bastante caudal. Se o teu foco for o pedestrianismo, os meses de primavera e outono são os mais equilibrados, mas vai sempre com este aviso: na Madeira podes viver as quatro estações no mesmo dia

Fica a dica!

Independentemente de quando fores, o segredo é levar camadas de roupa, calçado impermeável ou um calçado extra, e estar preparado para mudar os planos de um momento para o outro conforme as nuvens se movem.

Pessoa ao sol no Miradouro do Guindaste na Madeira
Pessoa no topo do Pico Ruivo debaixo de chuva e nevoeiro

Embora seja um destino de 365 dias, se o objetivo é fazer os trilhos mais altos (como o do Pico do Areeiro ao Pico Ruivo), os meses de inverno podem ser traiçoeiros (e perigosos!) devido à chuva e ao nevoeiro. Por outro lado, se fores no pico do verão, prepara-te para partilhar as levadas com demasiada gente. O segredo da Madeira é aceitar que, em qualquer altura, o microclima pode baralhar-te as contas.

Roteiro Madeira: o que fazer em 5 dias

Dia 1: Chegada, Caniço e as primeiras vistas do Funchal

Depois de uma aterragem suavemente incomum na Ilha da Madeira e de levantar o Citroen que, veio-se a ver, nunca me deixou ficar mal, comecei por almoçar a típica espetada madeirense. Nem por estar de férias, ainda tive de ir escolher a carne, lá no Talho do Caniço, e foi uma sorte não ter de ir para as brasas. Valeu a pena o trabalho e recomendo vivamente a experiência!

Pessoa leva duas grandes espetadas de carne na mão para assar
Várias espetadas de carnes a assar numa fogueira

Regalada de carne e salsichas regadas de cerveja Coral, faltava o café que acabou por ser no Café Central do Senhor Manuel. “O melhor café da Madeira… e do Continente, exceto em Braga”, atirou ele pousando no balcão as duas chávenas fumegantes. De facto, estava muito bom, e ainda melhor acompanhado de um Suzy, umas galletas venezuelanas, não estivéssemos nós na Madeira. 

Sabias que...

… a ligação da Madeira à Venezuela é muito estreita? Não é exagero dizer que quase todas as famílias madeirenses têm um “tio na Venezuela” ou um primo que regressou recentemente. Depois de décadas de emigração para o que chamavam a ‘Oitava Ilha’, o regresso de milhares de luso-descendentes trouxe sotaques latinos e novos sabores que hoje fazem parte do quotidiano madeirense.

Segui para o Funchal e, para poupar tempo, estacionei no parque pago do Pingo Doce mesmo no centro. A prioridade era visitar o Mercado dos Lavradores de onde saí com um saco de bananas da Madeira, maracujá-ananás e anonas. Faz parte da experiência e estavam deliciosas mas atenção aos preços que são bem puxados!

Passei de seguida na Fábrica de Sto. António para levar umas bolachinhas de mel de cana. Fundada em 1893, a fábrica mantém-se na mesma família há cinco gerações. No antigo balcão de madeira da loja com cheiro a gengibre, podes escolher variadas bolachas e biscoitos avulsos ou então optar pelas suas bonitas latas de estilo vintage.

Mercado dos Lavradores no Funchal com vários legumes e frutas coloridos e pessoas a comprar
Pessoa a mostrar bolachas na Fábrica de Santo António no Funchal

Para não dizerem que viajei para o meio do Oceano só para comer, dei umas voltas pelo Jardim Municipal, a Rua Direita e a Promenade do Funchal. Ao passear pelo jardim, entre espécies exóticas de todo o mundo, cruzei-me com o busto de Simón Bolívar. É um detalhe que pode passar despercebido, mas que diz muito sobre a identidade da ilha: uma homenagem ao ‘Libertador’ e à enorme comunidade de madeirenses que, durante décadas, fez da Venezuela a sua segunda casa.

Um passeio sem rota pelas ruas levou-me já ao cair do dia à Pharmacia do Bento onde me prescreveram uma poncha tradicional. Era sexta-feira e estava cheio de pessoas notoriamente acabadas de sair do trabalho que ali foram descontrair entre umas minis ou uns copos da bebida típica madeirense.

O primeiro bolo do caco comi-o já no alojamento em Ponta do Sol, a meio caminho para explorar no dia seguinte o lado ocidental da Madeira, que tanto prometia. Em resumo, um primeiro dia bem gastronómico, como manda a lei madeirense.

Dois copos com poncha madeirense em balcão de madeira na Pharmacia do Bento no Funchal

Dia 2: A costa oeste: da Levada do Alecrim ao Porto Moniz

Para garantir que a levada não ficava por fazer, arranquei logo de manhã para o Rabaçal e pus os pés ao caminho nos 2,5km da Levada do Alecrim. Aqui o estacionamento não foi fácil e a quantidade de carros já me ditou optar pela berma da estrada, embora durante o trilho não me tenha cruzado com muitas pessoas.

O embrenhado das árvores deixou-me umas abertas para espreitar a paisagem, ora soalheira ora enublada e o canal conduziu-me lentamente à Lagoa da Dona Beja. Aí faltou o calor e a coragem para mergulhar, mas sobrou o tempo para contemplar, para degustar umas bolachinhas do dia anterior e para respirar a natureza, antes de regressar pelo mesmo caminho. A Levada do Alecrim mostrou-se um trilho bastante acessível para qualquer pessoa e que vale muito a pena!

Sinalização de trilhos na ilha da Madeira
Parte do percurso da Levada do Alecrim circundada de vegetação
Vistas amplas sobre as paisagens a partir da Levada do Alecrim na Madeira
Lagoa da Dona Beja no final da Levada do Alecrim, na Madeira

Segui viagem até ao Fanal, localizado no planalto do Paúl da Serra, a cerca de 1150 metros de altitude, onde a névoa se manteve no sítio certo, pois afinal ela é a magia deste lugar místico de Floresta Laurissilva, classificada como Património Mundial da UNESCO.

O Posto Florestal do Fanal foi o ponto de partida óbvio para explorar o bosque de Tis, as árvores monumentais e centenárias de formas retorcidas e dramáticas. Pode-se simplesmente caminhar pela zona envolvente ao posto florestal onde já se encontram cenários completamente ímpares. Para quem quiser embrenhar-se mais nesta floresta, pode fazer a Vereda do Fanal (PR13), um trilho de dificuldade média com cerca de 10km que liga o Paúl da Serra ao Fanal.

Pessoa a caminhar entre o cenário místico do Parque Florestal do Fanal, na Ilha da Madeira
Árvores tis e pequena lagoa no Parque Florestal do Fanal

Foi já em Porto Moniz que provei o peixe-espada com maracujá, mais uma iguaria típica da ilha. Nas Piscinas Naturais de Porto Moniz fiquei só a seguir as ondas frias a bater forte nas rochas atlânticas, e a admirar a coragem dos que entravam naquelas águas bem frescas. Vale a pena dedicar algum tempo às paisagens cruas entre a rocha vulcânica e o azul oceano desta vila no extremo noroeste da Madeira.

Mar azul e forte a bater em escarpas escuras em Porto Moniz
Paisagem de mar e escarpas em porto Moniz

O final da tarde trouxe-me o pôr do sol mais bonito destes dias, no Miradouro da Garganta Funda, com a grande cascata a derramar sem piedade lá no fundo.

Já ao cair da noite apaixonei-me pelos detalhes de Jardim do Mar, aldeia tão bem desenhada. Escasseou a luz para poder fotografar, mas não o apetite para poder provar o prego no bolo do caco.

Água a cair num penhasco, na Cascata da Garganta Funda
Pôr do sol sobre o mar desde o Miradouro da Garganta Funda
Brinde de poncha típica na Feira Regional da Cana de Açúcar na Madeira

Reabastecida, no estômago e nas vivências, achei eu que ia descansar deste longo dia… mas enganei-me. Pelo caminho para o alojamento, deparei-me com a Feira Regional da Cana de Açúcar e, de repente, tornou-se obrigatório parar para dar um pezinho de dança e fazer um brinde à Madeira.

Dia 3: O Norte selvagem: São Vicente e as estradas da costa

Deixei a Ponta do Sol para trás e rasguei a ilha a meio em direção ao Norte. Atravessados infindáveis túneis desta terra feita queijo, cheguei a São Vicente. Surpreendeu-me a calmaria da aldeia, bem refletida no adro da Igreja onde parei para tomar um café. Com ele veio também o bolo de mel, bem doce a contrastar com a amargura da bebida.

Rua da aldeia de São Vicente na Ilha da Madeira com casas brancas e vermelhas
Interior da Igreja de São Vicente
Exterior da Igreja de São Vicente na Madeira

O dia foi feito de miradouros e cascatas pelo Nordeste da Madeira. Ali ao lado, a caminho do Seixal, terra de areias pretas, está o Miradouro do Véu da Noiva e a Cascata de Água d’Alto. Mais a nascente, o Miradouro de São Cristóvão e já depois de Santana, o Miradouro do Guindaste.

Vista ampla para a paisagem de natureza desde o Miradouro de São Cristóvão a Madeira
Pessoa no Miradouro do Guindaste sobre o terraço de vidro
Vistas para a escarpa da Cascata do Véu da Noiva na Madeira

O almoço foi precisamente em Santana, onde desta vez degustei o peixe-espada com banana madeirense, e onde visitei os triângulos coloridos cobertos de colmo. Todos sabemos do que falo: as casinhas tradicionais de Santana, que nos relembram a forma como os primeiros habitantes da Madeira se adaptaram ao ambiente da ilha. O Núcleo de Casas Típicas, bem no centro, é o local mais visitado, onde se encontram as casas recuperadas e as mais bonitas, que funcionam como lojas de artesanato e produtos locais.

Terminei a jornada já em Machico,  poiso  para as duas noites restantes, onde finalmente comi as famosas lapas grelhadas, no Restaurante Casco. Não me convenceram, porém… vou ter de lhes dar uma  segunda oportunidade.

Prato de peixe-espada com banana, salada e batatas
Casas de Santana num roteiro pela Ilha da Madeira
Prato de lapas madeirenses com limão

Dia 4: Conquistar o Pico Ruivo (o ponto mais alto da ilha)

O pequeno-almoço foi no Machico, virado ao mar acalentada pelo sol radiante que tanto desejei e entretida pelos aviões que vão chegando a este pedaço de terra subtropical.

Porém, em menos de duas horas passa-se de pleno verão para um duro inverno. Assim é a Madeira. 

Procurando cumprir um plano que mal existia, conduzi até à Achada do Teixeira a 1800 metros de altitude. Aí já o sol desaparecera e a chuva prometia. Mesmo assim, paguei o bilhete de entrada (4,50€) e  iniciei o trilho do terceiro ponto mais alto de Portugal, o PR1.2 Vereda do Pico Ruivo.

Nota importante!

Entretanto, para controlar a capacidade de carga do trilho, passou a ser obrigatória uma reserva prévia com data e hora através do portal oficial SIMplifica. Já não basta chegar e começar a andar!

A princípio, o entusiasmo fazia-me rir da chuva. Uma hora depois já era a teimosia quem empurrava, uma vez que a vontade escorria como as pingas nas minhas costas. O nevoeiro manteve-se firme até lá ao topo do Pico Ruivo mas, finalmente, dissipou-se ligeiramente na descida permitindo-me imaginar o bonito que será num dia limpo.

Subida de chão em pedra, com uma cabana e mesas de madeira, a caminho do Pico Ruivo na Madeira
Pessoa no topo do Pico Ruivo com muita chuva

Fugi depressa para o ponto de partida, passando o resto da tarde a recarregar energias e a passear devagar pelo Caniçal, depois de um reconfortante almoço no Muralha’s Bar. O dia terminou como começou, como se nada tivesse acontecido no entremeio: um céu limpo, quem diria, a assistir aos aviões a ir e a vir.

Confesso que as intempéries da manhã não me permitiram aproveitar tanto quanto gostaria. Se conseguires ainda encaixar no roteiro deste dia a subida (de carro) ao Pico do Areeiro e o Miradouro dos Balcões, seria perfeito. E se o clima permitir também podes aquecer um pouco na Praia do Machico e na Praia da Prainha.

Praia do Machico com um chapéu de madeira e pessoas apanhar sol
Prato de bolo do caco e prato de mandioca frita com duas cervejas Coral

Dia 5: A Ponta de São Lourenço e a despedida da Madeira

Deixei o melhor para o fim: a Ponta de São Lourenço. Fica lá no leste da Ilha da Madeira, lugar de vento constante, de nidificação de aves e de aridez lunar.

A minha recomendação é que vás cedo e estaciones logo que vejas um lugar. Eu estive cerca de uma hora para conseguir estacionar, o que me fez perder o tempo que precisava para fazer o trilho completo.

Tal como para a Vereda do Pico Ruivo, a partir de janeiro de 2026, passou a ser obrigatória uma reserva com data e hora marcadas também para aceder ao PR8 Vereda da Ponta de São Lourenço, com pagamento dos bilhetes antecipado. Deve ser feito no portal oficial SIMplifica e é mesmo importante que o faças porque, além de contribuires para a manutenção das vedações do trilho e para a preservação da fauna única, como a foca-monge que às vezes aparece por ali, evitas pagar multas que a partir de agora serão mais apertadas para quem não tenha bilhete.

Fica a Dica!

Se planeares fazer vários trilhos na mesma semana, o portal SIMplifica oferece agora “Passes Multidiários” que podem compensar como o passe de 1 dia a 9€ (só vale a pena se fizeres 3 ou mais trilhos pagos no mesmo dia), o passe de 3 dias a 22,50€ ou mesmo o de 7 dias a 52,50€ (informação sujeita a atualizações de preços… é melhor sempre consultares o website oficial).

Flores brancas em paisagem da Ponta de São Lourenço, com o mar ao fundo, obrigatório num roteiro de 5 dias pela ilha da Madeira
Escarpas soalheiras na Ponta de São Lourenço, na Madeira

O trilho da Ponta de São Lourenço dista 3km para cada lado repletos de vistas deslumbrantes, numa língua de escarpas verdes amareladas a cair no azul oceano. Quanto à minha visita, foi pena que não deu tempo para percorrê-lo até ao final, pois tinha o voo de regresso ao início da tarde e tive de me despachar para o aeroporto. 

Tenho mais uma desculpa para voltar, não é que elas faltem na Madeira. Poderia repetir tudo como desta vez ou preencher outros tantos dias pela ilha só com novos afazeres.

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