Porquê visitar Kratie no Camboja
Três dias passados na modesta ruralidade, no encanto da natureza, na simplicidade do sentir. Fez-nos relembrar que as coisas simples são realmente boas.
Três dias passados na modesta ruralidade, no encanto da natureza, na simplicidade do sentir. Fez-nos relembrar que as coisas simples são realmente boas.
A quinta T-Kla acolheu-nos esta semana com uma modesta casa e comida deliciosa, em troca de algumas horas de trabalho… Mas pelo final da tarde é que estávamos sempre expectantes: as aulas de inglês com as crianças da aldeia.
Ayutthaya mostrou-se uma surpresa acolhedora. As pessoas foram genuinamente simpáticas, recebendo-nos de braços abertos…
Um sítio incrível, onde o som de fundo é o correr do rio e os ruídos da fauna, onde a àgua nos refresca do calor e os peixes nos beijam, de verdade… As imagens falam por si!
Saídos de Banguecoque bem cedo para fazer a chamada Death Railway até à pequena aldeia de Nam Tok: a ferrovia a caminho da fronteira com o Myanmar, que não adotou este nome por ser perigosa, mas sim em memória dos milhares que morreram na sua construção…
Banguecoque é ruido, luzes, diversão, templos, calor, pessoas e comida… muita comida. E da boa! Desde as variadas frutas aos noodles que sabem sempre bem, do arroz aos insetos, das espetadas de tudo e mais alguma coisa à sopa… toda a rua é um verdadeiro menu…
Pensamentos no dia da partida para de uma grande viagem: Mochilas prontas para partir em viagem, vemos o nosso conforto reduzido a 18kg. É fácil saber o que levar. Difícil é deixar o que fica…